Páginas

Mostrando postagens com marcador Turismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Turismo. Mostrar todas as postagens

domingo, 10 de março de 2013

Tóquio IV: Templo Sensoji

Olá, olá!

Gente, hoje escrevo o último post da "série Tóquio". Para finalizar eu vou contar um pouquinho sobre o lugar mais lindo e precioso que vi por lá: o Templo Sensoji.



O Templo Sensoji está em primeiro lugar da lista de locais sagrados mais visitados do mundo, segundo a revista Travel + Leisure!
Eu apostaria na Basílica de São Pedro, no Vaticano (11º lugar) ou na Catedral de Notredame, em Paris (5º lugar), que são famosos. E ainda achei que deveriam estar nesta lista o Santuário de Fátima, em Portugal e o Santuário de Nossa Senhora Aparecida, no Brasil, mas o que importa minha opinião? Nada! E claro que isso realmente foi baseado em pesquisas, brincadeiras à parte. (Só por curiosidade, desta lista, 6 são locais sagrados no Japão). 
(fonte:vidaeestilo.terra.com.br/turismo/conheca-os-20-locais-sagrados-mais-visitados-do-mundo,01c9392625237310VgnCLD100000bbcceb0aRCRD.html)

Bom, voltando ao assunto... Vejam se vocês relacionam a história deste templo com alguma conhecida nossa. Mas qualquer semelhança é mera coincidência! 
Segundo a lenda, num dia de pouca sorte para alguns pescadores, eles resgataram do fundo do rio Sumida uma imagem, e depois disso, muitos peixes foram parar nas suas redes. 
Essa imagem foi analisada pelo chefe da aldeia, que reconheceu a santidade da estátua e a consagraram. A estátua era da Deusa Kannon, a Deusa da misericórdia. Então eles ergueram um templo, em 645 dC, para que os moradores pudessem adorar a Deusa Kannon. 
A história é muito parecida com a de Nossa Senhora, não é?

Esse templo é Budista e o mais antigo e significativo de Tóquio. Fica no tradicional bairro de Asakusa.
Infelizmente, o templo foi bombardeado e praticamente todo destruído na 2ª Guerra Mundial.
Anos depois, o Templo foi reerguido conforme o anterior, e simboliza para o povo japonês o renascimento e a paz!
O Templo recebe uma média de 20 milhões de visitas por ano!


Logo que chegamos, fiquei impressionada com a grandiosidade do lugar. 

Entramos pela primeira Kaminarimon (Thunder Gate, ou Portão do trovão), o portão exterior do templo, símbolo de Asakusa e da cidade de Tóquio.





Há uma rua comercial com mais de 200 metros, chamada Nakamise, que conduz do portão externo para o segundo portão do Templo, o Hozomon (portão do tesouro). 
Essa rua comercial é muito famosa, disputada e tem uma história de muitos séculos. Lá eles vendem lembranças japonesas, biscoitos tradicionais, yukata (traje típico japonês), leques, chás etc.





É importante lavarmos as mãos antes de entrarmos, como sinal de purificação. Sempre em água corrente!


No recinto do Templo, encontramos o O-koro, um grande incensório, e segundo as tradições, a fumaça desse incensório fortalece os fracos e cura os doentes. 
Claro que eu não poderia deixar de passar por lá, "puxar" para mim e inalar a fumaça! Quando eu cheguei perto do local, apenas fiquei ali... mas uma  japonesa do meu lado começou a jogar a fumaça em mim e no bebê com as mãos, e percebi que todos estavam fazendo isso. Interessante! Essa imagem sempre é mostrada no início do ano quando os jornais no Brasil falam sobre o Reveillon no mundo (os japoneses tem a tradição de visitar templos na virada do ano).



Logo avistamos o Pagode de 5 andares. Podemos encontrar os Pagodes por toda a Ásia, essa linda construção no terreno do Templo. A função deles é religiosa, mas é utilizada ainda para embelezar a vista, supervisão militar e como pára-raios. 



Alguns cliques:








Na área do Templo há pequenos locais para meditação, com incensórios.




 Podemos aproveitar para renovar as energias no lindo e tranquilo jardim Demboin.






Ao lado do templo há uma pequena plantação de arroz (sagrado no Japão), para oferecer aos Deuses (acredito que seja para a Deus Kannon). É comum encontrarmos essa oferta junto aos templos.






Em um momento, antes de irmos embora, eu parei para observar um templo (não sei exatamente se era um templo ou um local de meditações). O que me chamou a atenção foi a arquitetura, que era diferente das demais. Era mais antigo, mais simples e aparentava mais "artesanal". Por sorte, muita sorte, pararam ao meu lado um casal com um guia que explicava em Inglês. Mesmo não falando bem, consegui entender que aquele local foi o único que foi menos destruído pela Guerra, e por isso foi mantido. O restante foi reconstruído, como eu disse anteriormente. 
Mesmo a reconstrução tendo sido perfeita, a emoção de estar em um local que passou por tanta história é bem diferente! 



Quem quer viajar e investir, eu aconselho muito o Japão! E sem dúvidas a viagem deve incluir Tóquio, que nas suas ruas lotadas e muita tecnologia, é possível conhecer um local com tanta história e espiritualidade.




Como eu disse lá no início, quando comecei a falar sobre Tóquio, fiquei pouco tempo, mas  quem ficar mais poderá conhecer lugares maravilhosos, como a Torre de Tóquio e tantos outros...




Espero que tenham gostado!

Sayonara

Beijinhos

Fabiana

domingo, 3 de março de 2013

Tóquio III: Estátua da Liberdade

Mina-san Konichiwa!

Ou então, olá pessoal!!!

Vou falar mais um pouquinho sobre um fim de semana em Tóquio. Para quem não leu, tem mais nos posts anteriores. ;)


Estátua da Liberdade em Tóquio

Acho que posso enganar com esta foto, dizer que fui até Nova York! haha
Mas estamos no Japão, em Tóquio, no bairro de Odaiba.


A estátua foi um presente do governo francês ao Japão, em comemoração ao "Ano Francês do Japão" (abril de 1998 até maio de 1999). Mas o sucesso foi tão grande que uma réplica da estátua foi erigida no mesmo local.
E ela não é a única Estátua da Liberdade japonesa. No bairro de Osaka de Amerika-mura (vila americana) existe uma segunda e uma terceira foi colocada na entrada da cidade de Misawa (Aomori), onde existe uma base militar norte-americana.

Fonte: www.madeinjapan.uol.com.br


Atrás da Estátua, está a Rainbow Bridge, ou Ponte arco-íris.


A Rainbow Bridge tem esse nome porque a noite fica toda iluminada e colorida. Porém, nós fomos alguns meses após o grande tsunami em Fukushima e o país estava fazendo economia de energia. Que pena, ela é tão linda!



Beijos e ainda tem mais Tóquio por ai!

Bye bye!

Fabi

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Tóquio II: Shibuya

Voltei para continuar a falar sobre Tóquio!
Já leram o post de ontem? Não? Dá uma olhadinha abaixo, hoje de certa forma é continuidade...

Shibuya

Shibuya é um dos grandes e concorridos bairros de Tóquio. Normalmente quem passa por Tóquio não deixa de conhecê-lo. Acredito que seja onde pulsa o coração da grande cidade.

Chegamos na Estação de Shibuya, uma das estações de trem mais famosas do mundo. 




É nesta estação de trem que se passa a história do cão Hachiko (fala-se Hatiko). Você já assistiu o filme? É lindo demais e emocionante! 
O primeiro filme foi feito no Japão, mas depois Hollywood comprou a história, que ficou muito boa. Ah, também com o Richard Gere! rs



Só para vocês entenderem o monumento em Shibuya, vou resumir contar um pouquinho da história. Mas não deixem de assistir!

O filme americano não se passa no Japão, mas o cachorro vem do Japão. 
Um professor universitário encontra um filhotinho de akita numa estação de trem ao voltar para casa. Leva-o e eles se gostam desde o princípio. Sua mulher reluta, mas ele insiste em ficar com ele. O filme mostra uma linda relação entre dono e cão, que é muito fiel. Todos os dias, Hachiko vai com o professor até a estação e busca-o no fim da tarde.
Até que um dia o professor não volta. Durante mais de 10 anos o cão Hachiko volta na estação de trem diariamente, na esperança de reencontrar seu grande amigo. 

Hachiko

Funeral do Hachiko
Não é uma história linda? E realmente aconteceu, e na Estação de Shibuya! O verdadeiro Hachiko viveu no início do século XX. A história se tornou tão notória no Japão que o akita virou herói nacional. Tanto que fizeram uma estátua dele na estação e deixaram para exposição o vagão que seu dono utilizava.



A estátua do cachorro é também um ponto de encontro, principalmente de pessoas que não se conhecem pessoalmente (como na internet). Esses dias até falaram sobre isso em uma reportagem em um jornal brasileiro.

O maior cruzamento de ruas do planeta

Assim que saímos da estação, já nos deparamos com a loucura da cidade. Prédios altíssimos e modernos, propagandas imensas, iluminadas e 3D, muitas lojas, telas projetadas com notícias e muitas, muitas pessoas. 
Ainda que fui no domingo, imagine durante a semana... ui, nem se compara. Nunca vi um caos tão organizado e divertido. Ali está o maior cruzamento do planeta, com 8 semáforos que fecham ao mesmo tempo e uma disputa louca por espaço, sejam dos carros, das pessoas atrasadas ou daquelas tantas com cãmeras na mão procurando o melhor ângulo para eternizar o seu momento.



Pena que estava um dia chuvoso. Mas nada que estragasse o passeio. ;)




As ruas daquela região são com muitos comércios, como cds, roupas, sapatos, artigos típicos, há muitas lojas de jogos eletrônicos, massagens (daquelas masculinas também, dava para perceber pelas "propagandas"), lojas de conveniências, jóias, maquiagens, grandes marcas, enfim, de tudo um pouco. Mas não pense que é barato, Tóquio está entre as cidades mais caras do mundo.

Harajuku

Ainda no bairro de Shibuya, conhecemos a Harajuku Station, ou Estação de Harajuku, que por sinal é linda e toda feita em madeira. Aqui está mais um dos lugares disputados em Tóquio. Por ali está sempre cheio e com um fluxo intenso de pessoas, principalmente jovens, que são muitos por ali.

Em Harajuku, normal é ser diferente! Essa frase é minha, e eu digo isso porque me senti um alien ali no meio daquele pessoal maluco e despojado.
Ali nas ruas de Harajuku os jovens de diferentes "tribos" frequentam. Já falei sobre isso num post anterior: http://meuolharpelocaminho.blogspot.jp/2012/10/lolita-fashion.html 

Além da região ser um ponto de encontro desses jovens, ainda é local onde estão reunidas as maiores lojas deste estilo.






Ainda na região, próximo à Harajuku Station, há uma rua muito famosa: a Takeshita Street
Uma rua de comércio popular, com bastante gente. Isso porque era domingo, eu repito! Para os paulistas, parecia a 25 de março, só que muito mais organizada. Na maioria dos trechos, um lado da rua descia e outro subia (ninguém mandava, é natural), não atrapalhando assim o trânsito de pessoas, demais, não é? (mas isso acontece em todos os lugares aqui onde tem muitas pessoas, eles andam sempre na mão, seja numa estação de trem, num supermercado. escada, bicicleta, etc.). 

Aqui é o berço de muitas tendências da moda! Não apenas japonesa, mas também mundial. 






Brasil-il-il!

Adorei conhecer Shibuya!! Um lugar pleno em desenvolvimento e tecnologia, mas ao mesmo tempo que preserva suas origens!
Viram como dá para conhecer muita coisa e bater perna em um só bairro? E se for para fazer compras então... dá para aproveitar muitos dias!
Ainda sei que tem outros lugares bonitos para se ver, quem estiver com mais tempo não pode perder a oportunidade.

Não deixem de ver o filme do Hachiko, tá bom! Depois contem! Não fiquem bravos porque contei que o dono do cão morre no final, tá!! Isso está na sinopse! rsrs


Beijinhos e bye bye!!

Fabi













                                                   

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Tóquio I: Shinkansen e Yoyogi gymnasium

Olá pessoal!

Vou falar em alguns posts sobre o que vi em um fim de semana em Tóquio (ou Tokyo).
Acredito que dê para visitar mais lugares que eu, mas eu estava na época com um bebê de 8 meses (dificulta muito), chegamos 11h da manhã no sábado e assistimos ainda um jogo do Nagoya Oceans sábado a tarde. Quer dizer que tínhamos pouquíssimo tempo! Mas foi muito bom!

Para começar, o ponto de encontro na Estação de Nagoya - o relógio, onde eu estava com a amiga Alexandra. Claro que não fomos sozinhas, seria aventura demais! rs



Shinkansen

Viajamos de Shinkansen, ou o famoso trem bala. Por dentro parece mais um avião e não um trem (os bancos, banheiros, a velocidade, há uma pessoa para servir, como uma comissária de bordo - mas tudo é pago).
A viagem é rápida, para terem ideia, o percurso de carro de Nagoya a Tóquio levaria  uma média de 6 horas, enquanto de shinkansen são 2 horas e meia!



Yoyogi gymnasium

O jogo do Nagoya Oceans naquele dia foi no Yoyogi gymnasium, ou ginásio Yoyogi. 
Yoyogi é um bairro ao Norte de Shibuya, em Tóquio.
Vejam como ele é lindo, inclusive por dentro.




Gostaram? Amanhã tem mais! 

Beijinhos

Fabi